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Comunicado ProTVDE

Transparência e profissionalização do setor TVDE

Um apelo à correção da base do setor, à definição clara do operador TVDE como empresa de transporte de passageiros e à construção de confiança entre motoristas, operadores e instituições.

Data 8 de maio de 2026
Entidade ProTVDE
Natureza Movimento Cívico Independente do setor TVDE
Tipo Comunicado institucional

Resumo executivo

O ProTVDE entende que o setor TVDE está perante uma oportunidade decisiva para iniciar uma nova fase de maturidade, transparência e profissionalização.

O setor não pode continuar fragmentado, com cada associação, movimento, grupo ou voz pública a apresentar, de forma isolada, aquilo que considera melhor para todos, sem propostas públicas, sem documentos conhecidos e sem uma base mínima comum de discussão.

A pluralidade é legítima. A divergência faz parte da democracia. Mas a dispersão permanente fragiliza o setor perante entidades reguladoras, legislativas, fiscalizadoras, motoristas, operadores e sociedade.

O ProTVDE defende que a profissionalização do setor começa por uma definição clara da sua base: o TVDE é transporte de passageiros em veículos descaracterizados.

O operador TVDE deve ser uma empresa de transporte de passageiros, apenas e só. Não deve ser uma estrutura de aluguer de viaturas, cedência de carros, gestão de slots, intermediação de acessos ou formação informal de motoristas.

Da mesma forma, o motorista TVDE deve exercer a atividade através de vínculo claro, documentado e compatível com a natureza do transporte de passageiros, sem zonas cinzentas que permitam alugueres encapotados, cedências disfarçadas, comissões opacas ou relações economicamente dependentes sem proteção adequada.

Comunicado

O ProTVDE, enquanto Movimento Cívico Independente do setor TVDE, vem publicamente apelar a todos os elementos do setor para uma nova fase de responsabilidade, transparência, verdade operacional e profissionalização.

Este comunicado dirige-se aos operadores, motoristas, associações, movimentos, grupos organizados, plataformas digitais, entidades públicas, fornecedores, utilizadores e a todos os que, direta ou indiretamente, fazem parte da realidade do TVDE em Portugal.

O setor TVDE não precisa apenas de mais reivindicação. Precisa de verdade, método, responsabilidade, coragem, profissionalização e confiança interna para poder transmitir confiança externa.

Durante anos, o setor cresceu de forma rápida, fragmentada e, muitas vezes, sem organização suficiente para acompanhar a complexidade económica, fiscal, laboral, regulatória e operacional da atividade.

Essa realidade não pode continuar a ser escondida, suavizada ou tratada apenas como responsabilidade das plataformas digitais ou das entidades públicas.

As plataformas têm responsabilidades evidentes. O Estado tem responsabilidades evidentes. Os reguladores e fiscalizadores têm responsabilidades evidentes. Mas o próprio setor também precisa de assumir a sua parte.

Não é possível exigir respeito, dignidade e confiança para o TVDE se o setor não estiver disposto a identificar, com transparência, as suas próprias zonas cinzentas.

E uma das zonas mais importantes a discutir é a verdadeira natureza do operador TVDE e o vínculo real do motorista TVDE.

O setor não pode continuar a falar de forma dispersa

O setor TVDE não pode continuar a apresentar-se perante entidades reguladoras, fiscalizadoras e legislativas como um conjunto de vozes dispersas, onde cada associação, movimento ou grupo decide isoladamente aquilo que entende ser melhor para todos.

A pluralidade é legítima. A divergência é natural. O debate é necessário.

Mas a ausência de coordenação, a falta de propostas públicas e a inexistência de uma base mínima comum fragilizam o setor.

Quando cada interveniente fala sozinho, o setor perde força.

Quando cada proposta circula sem transparência pública, o setor perde confiança.

Quando cada grupo procura afirmar-se como solução única, o setor perde maturidade.

Quando motoristas e operadores não conseguem conhecer, comparar e avaliar o que está a ser defendido em seu nome, o setor perde credibilidade.

O momento exige outra postura. Exige que as propostas sejam publicadas. Exige que os documentos sejam conhecidos. Exige que motoristas e operadores possam saber, comparar e avaliar aquilo que está a ser defendido.

Exige que se deixe de tratar o setor como palco de disputa e se comece a tratá-lo como uma atividade profissional que precisa de organização, rigor e sentido coletivo.

O setor TVDE precisa de falar com mais força. Mas, para falar com mais força, precisa de falar com mais clareza. E, para falar com mais clareza, precisa de transparência.

Transparência não é ameaça, é maturidade

O ProTVDE entende que a transparência deve ser uma condição básica para qualquer entidade, movimento, associação, grupo ou pessoa que queira contribuir para o setor.

Invocar que determinadas propostas não são tornadas públicas porque alguém poderá apropriar-se delas não contribui para a transparência, nem ajuda a construir confiança entre motoristas, operadores e demais intervenientes.

Pelo contrário, essa lógica fecha o debate, alimenta suspeições e impede que o setor conheça, avalie, compare e melhore aquilo que é apresentado em nome da sua própria evolução.

As boas propostas não perdem valor por serem conhecidas. Ganham força quando são publicadas, debatidas, melhoradas, corrigidas e confrontadas com a realidade.

O setor não precisa de propostas guardadas como propriedade individual. Precisa de contributos públicos, claros, fundamentados e disponíveis para quem trabalha diariamente nesta atividade.

É preciso deixar egos, protagonismos e individualismos de lado. A defesa do setor não pode ser transformada numa disputa de autoria, palco ou influência.

O que importa não é quem disse primeiro. O que importa é o que é tecnicamente correto, juridicamente possível, economicamente sustentável e socialmente justo.

A transparência não enfraquece quem trabalha com seriedade. A transparência fortalece o setor.

A responsabilidade de quem comunica sobre o setor

O ProTVDE considera igualmente necessário apelar à responsabilidade pública de todos os que comunicam sobre o setor, incluindo páginas, grupos, comentadores, criadores de conteúdo e influenciadores digitais.

Quem usa a visibilidade pública para falar sobre o TVDE deve compreender que as suas palavras têm impacto. Podem esclarecer ou confundir, aproximar ou afastar, construir confiança ou aprofundar divisões.

A crítica é legítima. O contraditório é necessário. A fiscalização cívica é saudável.

Mas a crítica permanente, sem proposta, sem documento, sem solução e sem responsabilidade, não resolve os problemas dos motoristas, não protege os operadores e não fortalece o setor.

O palco público não deve ser usado para alimentar maledicência, ataques pessoais, suspeições permanentes ou divisões sucessivas entre profissionais que enfrentam, muitas vezes, os mesmos problemas.

Quando nada existe de útil para acrescentar ao debate setorial, é preferível não transformar a exposição pública num instrumento de desgaste coletivo.

O setor TVDE não será transformado apenas com seguidores, transmissões em direto, popularidade digital ou capacidade de gerar conflito.

Será transformado com trabalho sério, propostas concretas, responsabilidade institucional, conhecimento técnico, transparência e compromisso real com motoristas e operadores.

A influência pública deve ser acompanhada de responsabilidade pública. Quem pretende contribuir para o setor deve ajudar a unir, esclarecer e construir.

O setor é maior do que qualquer protagonismo individual.

O operador TVDE deve ser empresa de transporte de passageiros

O ProTVDE defende que a profissionalização do setor começa por uma definição séria e inequívoca daquilo que é o operador TVDE.

O operador TVDE deve ser uma empresa de transporte de passageiros em veículos descaracterizados.

Apenas e só.

Essa é a matriz. Essa é a responsabilidade. Essa deve ser a exigência.

O operador TVDE não deve ser uma empresa de aluguer de viaturas disfarçada de operador.

Não deve ser uma estrutura de cedência de carros com aparência de transporte.

Não deve ser uma entidade de venda ou gestão de slots.

Não deve ser uma escola informal de captação ou formação de motoristas.

Não deve ser uma estrutura de intermediação de acesso às plataformas.

Não deve ser um modelo económico centrado na exploração da viatura, da conta, da dependência do motorista ou da necessidade de trabalhar.

O operador TVDE deve organizar, assumir e executar transporte de passageiros.

Deve atuar dentro da categoria que exerce. E essa categoria é transporte de passageiros em veículos descaracterizados.

É evidente que uma empresa pode ter atividades acessórias legalmente enquadradas. Mas, no contexto TVDE, o problema surge quando a atividade principal deixa de ser o transporte de passageiros e passa a estar centrada na exploração económica da viatura, da cedência, do acesso, da slot, da formação informal ou da dependência operacional do motorista.

Essa confusão prejudica o setor. Prejudica os operadores sérios, os motoristas, as entidades públicas, os utilizadores e o próprio TVDE, porque enfraquece a sua credibilidade enquanto verdadeiro serviço de transporte de passageiros.

O operador TVDE não pode ser uma figura difusa. Não pode ser apenas alguém que possui uma licença. Não pode ser apenas alguém que coloca uma viatura disponível. Não pode ser apenas alguém que cobra uma renda semanal, uma percentagem, uma comissão ou uma prestação. Não pode ser apenas alguém que permite o acesso a uma plataforma.

O operador TVDE tem de ser uma empresa de transporte de passageiros.

Separar operadores profissionais de modelos que fragilizam o setor

O ProTVDE reconhece que existem operadores sérios, organizados, cumpridores e profissionalmente comprometidos com a atividade.

Existem operadores que investem, assumem risco empresarial, mantêm viaturas, cumprem obrigações fiscais, celebram contratos, organizam equipas, prestam contas, respeitam motoristas e contribuem para a qualidade do serviço prestado aos utilizadores.

Esses operadores devem ser respeitados, protegidos e valorizados.

Mas também é necessário reconhecer que existem modelos no setor que levantam dúvidas legítimas e que precisam de clarificação e correção.

Há situações em que o centro económico parece estar mais no aluguer da viatura do que no transporte de passageiros.

Há situações em que o comodato pode ser utilizado como instrumento pouco claro para enquadrar relações que, na prática, têm natureza económica diferente.

Há situações em que se fala em slots, cedências, partilhas, percentagens, rendas semanais, comissões ou acordos informais sem transparência suficiente sobre faturação, recibos, seguros, impostos, risco, manutenção, responsabilidade civil, responsabilidade laboral ou responsabilidade perante plataformas e entidades públicas.

Há situações em que o motorista assume quase todo o risco operacional, mas continua dependente de uma estrutura que controla a viatura, o acesso, a conta, a faturação ou o rendimento.

Há situações em que a fronteira entre transporte de passageiros, aluguer de viaturas, intermediação, formação, gestão de acessos e prestação de serviços fica demasiado confusa.

Esta realidade não deve ser ignorada. Não para perseguir operadores. Não para criar julgamentos públicos sem factos. Não para alimentar divisões. Mas para proteger quem cumpre, corrigir o que está errado e dar credibilidade ao setor.

O operador que cumpre deve querer esta clarificação. O operador que investe deve querer esta clarificação. O operador que atua como empresa de transporte de passageiros deve querer esta clarificação.

Porque sem clarificação, todos ficam sujeitos à mesma suspeição. E isso é injusto para quem trabalha com seriedade.

O motorista TVDE precisa de vínculo claro e compatível com transporte de passageiros

A profissionalização do setor não se limita ao operador.

Também é necessário falar com verdade sobre o motorista TVDE.

O motorista é o rosto visível do serviço. É quem conduz. É quem recebe o utilizador. É quem suporta a pressão diária da estrada. É quem vive diretamente as consequências das tarifas, comissões, custos, horários, regras das plataformas e modelos de operação.

Por isso, a profissionalização do motorista não pode continuar a permitir vínculos ambíguos, relações informais ou modelos que criem zonas cinzentas.

O motorista deve exercer a atividade através de vínculo claro, transparente, documentado e compatível com a natureza do transporte de passageiros.

Esse vínculo não pode servir para esconder alugueres encapotados, cedências pouco claras, comissões opacas, prestações economicamente dependentes sem proteção adequada ou modelos onde o motorista assume quase todos os riscos sem verdadeira segurança contratual.

A profissionalização do motorista passa por garantir que a sua relação com o operador, com a plataforma e com a atividade é clara, compreensível e juridicamente adequada.

Não há dignidade sem clareza.

Não há profissionalização sem vínculo transparente.

Não há confiança sem enquadramento adequado.

Não há setor forte com motoristas desinformados, dependentes, fragilizados ou integrados em modelos que não compreendem completamente.

O motorista TVDE deve ser tratado como profissional de transporte de passageiros, não como peça descartável de um sistema informal.

Também aqui é necessário dizer com clareza: o setor precisa de corrigir a base, não apenas descrever a realidade existente.

Porque nem tudo o que existe deve continuar a existir. E nem tudo o que se tornou prática deve ser aceite como modelo profissional.

Profissionalizar não é legitimar tudo o que existe

O ProTVDE entende que a profissionalização do setor não pode ser confundida com a simples clarificação de tudo aquilo que hoje existe na prática.

Profissionalizar não significa apenas identificar quem aluga viaturas, quem presta serviços, quem emite recibos, quem fatura, quem paga impostos ou quem assume o risco.

Essa leitura seria insuficiente, porque poderia acabar por legitimar modelos que, embora existam na realidade, não correspondem necessariamente à natureza própria da atividade TVDE.

Profissionalizar significa, antes de tudo, corrigir a base.

E a base é clara: o TVDE é transporte de passageiros em veículos descaracterizados.

O operador TVDE deve ser definido, entendido, licenciado, fiscalizado e tratado como empresa de transporte de passageiros. Apenas e só.

O motorista TVDE deve exercer a atividade através de vínculo claro e compatível com essa atividade. Apenas e só.

Tudo o que se afaste dessa natureza deve ser analisado, corrigido e, quando necessário, afastado do regime TVDE.

O setor precisa de deixar de normalizar modelos que confundem transporte de passageiros com aluguer de viaturas, dependência informal, intermediação de acesso ou exploração económica da necessidade de trabalhar.

Se o TVDE é transporte de passageiros em veículos descaracterizados, então todos os seus intervenientes devem atuar de forma compatível com essa natureza.

O setor precisa de confiança interna para gerar confiança externa

O setor TVDE precisa de confiança.

Confiança entre motoristas. Confiança entre operadores. Confiança entre motoristas e operadores. Confiança entre associações e movimentos. Confiança entre o setor e as entidades públicas. Confiança entre o setor e a sociedade.

Mas a confiança não se exige apenas aos outros. Constrói-se também a partir de dentro.

Como setor, temos a responsabilidade de demonstrar maturidade, clareza, organização e sentido de compromisso.

Só assim será possível transmitir para o exterior uma imagem mais sólida, mais credível e mais respeitável do TVDE em Portugal.

Quando o setor fala de forma dispersa, sem documentos conhecidos, sem propostas claras, sem modelos transparentes e sem uma base mínima de responsabilidade, perde força perante quem o observa de fora.

Pelo contrário, quando o setor demonstra capacidade de diálogo, organização, transparência e profissionalização, ganha legitimidade social, institucional e política para ser ouvido com mais respeito.

A confiança externa começa com a confiança interna. E a confiança interna começa com verdade.

Uma oportunidade única para corrigir o setor

O ProTVDE entende que este é um momento decisivo.

O setor tem hoje uma oportunidade única para começar a juntar pessoas verdadeiramente interessadas em resolver, de forma efetiva e duradoura, os problemas mais graves do TVDE.

Não se trata de juntar todos em torno de uma pessoa, de uma associação, de um movimento, de uma página ou de um grupo.

Trata-se de juntar todos em torno de uma agenda mínima de verdade, transparência, profissionalização e responsabilidade.

  1. Definição clara do operador TVDE como empresa de transporte de passageiros em veículos descaracterizados.
  2. Separação efetiva entre transporte de passageiros, aluguer de viaturas, cedência de viaturas, gestão de slots, formação informal e intermediação de acessos.
  3. Identificação e correção dos modelos que criam zonas cinzentas no setor.
  4. Proteção dos operadores sérios, cumpridores e profissionalmente organizados.
  5. Proteção dos motoristas que exercem a atividade com responsabilidade e enquadramento adequado.
  6. Clarificação do vínculo do motorista TVDE, evitando modelos ambíguos ou relações que possam encobrir alugueres, cedências ou dependências informais.
  7. Transparência sobre comissões, pagamentos, recibos, faturação e responsabilidades fiscais, quando aplicável ao vínculo definido.
  8. Revisão séria e técnica da Lei n.º 45/2018, com foco na realidade efetiva do setor.
  9. Reforço da fiscalização proporcional, eficaz e orientada para a realidade operacional.
  10. Construção de uma imagem pública mais confiável, profissional e digna do TVDE.

Esta oportunidade não deve ser desperdiçada em disputas internas, vaidades pessoais, conflitos improdutivos ou receio de discutir aquilo que muitos sabem que existe.

O setor já perdeu demasiado tempo.

É tempo de corrigir. É tempo de profissionalizar. É tempo de construir confiança.

Um apelo direto aos operadores

O ProTVDE dirige um apelo claro aos operadores TVDE.

Os operadores sérios são indispensáveis ao setor.

São eles que organizam parte relevante da atividade, assumem risco, investem em viaturas, estruturam relações com motoristas, respondem perante plataformas e suportam responsabilidades empresariais.

Mas exatamente por isso, os operadores sérios devem ser os primeiros interessados em clarificar o setor.

Devem ser os primeiros interessados em separar o transporte de passageiros de modelos paralelos.

Devem ser os primeiros interessados em afastar práticas que descredibilizam a atividade.

Devem ser os primeiros interessados em defender regras claras, fiscalização proporcional e enquadramento profissional.

O operador TVDE deve assumir-se como empresa de transporte de passageiros.

Não como mero alugador de viaturas. Não como mero gestor de acessos. Não como mero intermediário. Não como estrutura informal de dependência económica.

O setor precisa de operadores com responsabilidade empresarial, visão de longo prazo e compromisso com a dignidade da atividade.

Um apelo direto aos motoristas

O ProTVDE dirige também um apelo claro aos motoristas.

A dignidade profissional não se constrói apenas com reclamação.

Constrói-se com participação, formação, responsabilidade, exigência de clareza, conhecimento dos custos, cumprimento das obrigações aplicáveis e recusa de modelos que criem dependência, opacidade ou exploração.

O motorista deve exigir vínculo claro. Deve saber em que regime trabalha. Deve saber quanto ganha. Deve saber que custos suporta. Deve saber quem responde por quê. Deve saber quais são os seus direitos e deveres.

Deve perceber que profissionalização também exige responsabilidade individual.

Motoristas e operadores sérios não devem ser colocados uns contra os outros.

Há problemas específicos de cada lado, mas há também interesses comuns.

Ambos precisam de regras claras, sustentabilidade económica, previsibilidade, transparência das plataformas, fiscalização equilibrada e de um setor mais respeitado.

A divisão permanente apenas favorece a continuação da desorganização.

O ProTVDE assume uma posição clara

O setor TVDE precisa de menos ruído e mais verdade.

Precisa de menos informalidade e mais profissionalização.

Precisa de menos protagonismo e mais responsabilidade.

Precisa de menos zonas cinzentas e mais transparência.

Precisa de menos discursos fechados e mais propostas públicas.

Precisa de menos divisão e mais capacidade de construção.

Precisa de operadores verdadeiramente focados no transporte de passageiros.

Precisa de motoristas verdadeiramente reconhecidos como profissionais do transporte de passageiros.

Precisa de plataformas chamadas à sua responsabilidade proporcional.

Precisa de entidades públicas com dados, fiscalização e capacidade de decisão adequada.

Precisa de associações e movimentos que publiquem, expliquem e sustentem as suas propostas.

Precisa de influenciadores e comunicadores mais responsáveis, mais úteis e menos centrados na divisão.

Precisa de confiança. E a confiança exige transparência.

Conclusão

O futuro do TVDE em Portugal não pode continuar dependente da improvisação, da informalidade, da desconfiança e da disputa permanente.

O futuro do TVDE tem de ser construído com profissionalização, operadores sérios, motoristas esclarecidos, plataformas transparentes, propostas públicas, fiscalização eficaz, responsabilidade fiscal, clareza contratual e coragem para corrigir o que está errado.

O ProTVDE continuará a fazer a sua parte, com independência, rigor, transparência e compromisso público.

Não pretendemos substituir ninguém. Não pretendemos falar por todos.

Pretendemos contribuir para que todos possam falar melhor, com mais verdade, mais responsabilidade e mais capacidade de construir soluções reais.

O setor TVDE deve ser tratado como aquilo que é: uma atividade de transporte de passageiros em veículos descaracterizados, com impacto económico, social, urbano, fiscal, rodoviário e humano.

Essa é a nossa posição. Esse é o nosso compromisso. Esse é o caminho que defendemos.

O caminho da profissionalização. O caminho da transparência. O caminho da responsabilidade. O caminho da confiança. O caminho de um setor TVDE mais digno, mais sério e mais respeitado.

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ProTVDE
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